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sábado, 28 de julho de 2012

DICAS DE UM TELHADO


MADEIRAMENTOS PARA TELHADOS
MADEIRA BRUTA E APRELHADA
CAIBROS-PRANCHAS-RIPAS-VIGAS
MADEIRAS EM GERAL
 
Inclinação correta
O caimento do telhado depende do tipo de telha escolhida, mas a altura da empena depende também da 

altura da caixa d’água que ficará debaixo do telhado.
Não esqueça de deixar espaço para abrir a tampa da caixa d'água.
Instale a caixa sobre uma base em madeira com caibros ou vigas, com uma distância mínima de 1,50m

 entre o fundo da caixa d'água (base em madeira)e o chuveiro, para que a água desça com pressão suficiente.
Observar que as telhas devem ser colocadas de modo a terem um caimento ( queda d’água) de no mínimo 

30% e no máximo 50% em relação à laje ou respaldo das paredes de acordo ao seu comprimento 
acrescentando o beiral.

GRÁFICO 
 
CALCULO
Para se calcular a quantidade correta de telhas de um telhado multiplica-se o rendimento (ocupação) 

de telhas fornecida pelo fabricante X metragem do telhado. Faz-se necessário levar em conta a inclinação, 
as sobreposições e o comprimento dos beirais.
EXEMPLO
Telha a ser usada é a de concreto, informação fornecida pelo fabricante é de 10,4 peças por 1 m²
Metragem do Telhado = 130 m² (Já com inclinação e beirais)
10,4 peças m² X 130 m² = 1.352 telhas
Cumeeiras são usadas 3 peças por ml.

MADEIRAMENTO DE UM TELHADO
É fundamental que a estrutura do telhado esteja em perfeito esquadro para que não haja empeno no

 madeiramento (madeira) e não prejudicar o efeito estético e a segurança do mesmo.
Usar madeiras de qualidade, de boa resistência e durabilidade (Peroba Rosa).
Quando usar madeiramentos aparelhados, recomenda-se comprar sempre bitola maior do que a 

especificada, como viga especificada 6x12 comprar 6x16, ripa 1,5x5 comprar 2,5x5 e assim por diante, 
pela perca de grossura no aparelhamento.
Usar vigamento com no mínimo 6 x 12 na cumeeira, terças e tesouras (quando houver).
Terças intermediárias com distanciamento de no Máximo 1,50 Mts.
Os caibros devem Ter medidas mínima de 5 x 6 e distanciamento de 50 cm no máximo eixo a eixo.
A colocação das ripões inicia-se de cima para baixo, ou seja, da cumeeira para o beiral e distanciamento

 (galga) de acordo com a telha a ser usada. Não aconselhamos que inicie a colocação das ripas sem ter o
 lote das telhas a serem usadas disponível na obra.
As ripões devem ter medida padrão de 2,5x5cm.O verdadeiro calculo das necessidades de resistência e 

suporte de um telhado, deve ser feito por um profissional habilitado, as medidas informadas são somente 
para orientar, pois cada vão e cada tipo de cobertura tem suas proprias especificações.

MONTAGEM DE UM TELHADO

MADEIRA INADEQUADA PARA TELHADO
Não devem ser empregadas na estrutura peças de madeira que sofreram esmagamentos ou outros danos

 que possam comprometer a segurança da estrutura.
Madeira com alto teor de umidade (madeira verde).
Com defeitos como nós soltos, nós que abrangem grande parte da seção transversal da peça, fendas 

exageradas, arqueamento acentuado(forma de arco de um trecho inteiro).
Madeiras com sinais de deterioração, por ataque de fungos ou insetos.

COLOCAÇÃO DE MANTA

Instalação recomendada
A manta de subcobertura isolante témica e impermeabilizante. (Deve ser usada abaixo das telhas).
Além de um excelente conforto térmico o uso de manta de subcobertura trará ainda proteção de goteiras

 para sua cobertura.
É um produto impermeável que quando instalado corretamente protege de goteiras, poluição etc. Mesmo

 em telhados já construídos quando a intenção é proteger de goteiras deve-se respeitar a sugestão de 
instalação.
Para instalar corretamente, siga o esquema de instalação e dedique especial atenção aos seguintes passos:
1). Nos modelos que não possuem os dois lados de alumínio de que lado devo colocar o produto???
Se o seu telhado atender a todas as características a seguir, deve-se colocar o lado de alumínio virado para

 baixo.
a). Telhados de estrutura de madeira e telhas cerâmicas.
b). Telhados em que o produto está sendo aplicado durante a construção do telhado ou com a retirada das

 telhas e ripas.
c). Verificar se existe um forro ou laje, isto é, que o produto não fique aparente para quem está dentro da 

construção.
d). Verificar se existe um espaço de ar de no mínimo 2cm entre o produto aplicado e o forro ou a laje.
2). Apoiando o produto sobre os caibros, desenrole as bobinas de Duralfoil na direção contrária ao caimento

 da água.
3). Comece colocando as faixas do beiral para a cumeeira, e sobreponha as faixas em 10cm.
4). Certifique-se de que a cumeeira e as águas-furtadas também sejam cobertas com a manta.

Na água furtada:
Exemplo:
5). Coloque os contra-caibros, sarrafos da mesma espessura das ripas sobre o produto na mesma direção 

dos caibros. Os contra-caibros recebem essa denominação porque os sarrafos são apoiados acima dos 
caibros, não por suas dimensões, isto é, os contra-caibros devem ter 1cm ou 2cm de espessura e não 5cm. 
O uso do contra-caibro além de importante para a boa impermeabilização da cobertura, fixa melhor a manta 
o que aumenta a proteção em caso de ventos e tempestades e aumenta o espaçamento entre a telha e o
 produto promovendo maior circulação de ar.
6). A manta deve chegar até o beiral e nunca deve fazer uma bolsa na tabeira, o ideal é que o produto caia 

dentro da calha.
As telhas devem ser colocadas de modo a terem uma inclinação (caimento) de no mínimo 30% e no máximo

 40% em relação ao plano horizontal do telhado (ou à laje).
Para uma inclinação acima de 40%, recomendamos que as telhas sejam parafusadas ou amarradas com fio

 de cobre ou arame galvanizado (nestes casos, aconselhamos o uso de massa de calafetação ou silicone, 
vedando as perfurações para evitar vazamentos).
Para as telhas coloniais, Pan e Paulista, não use mais de 30% de caimento sem que haja fixação das telhas.
Para evitar que haja infiltração nas cumeeiras, recomenda-se que, após assentadas, seja feita vedação com

 silicone ou similar nos encaixes de sobreposição das mesmas, considerando como ponto crítico a parte em
 contato com a massa de assentamento ( não aconselhamos instalar cumeeira e capa impermeabilizadas, ela
s não deixam a massa penetrar).
Comumente são previstas dilatações nas obras para absorver variações térmicas. No caso das coberturas, 

recomenda-se prever a dilatação entre os espigões como das cumeeiras, assentamento com massa. Em 
seguida, antes de colocar a peça, aplicar silicone sobre a base de apoio da mesma e também na sobreposição
 entre as peças.
Para evitar rachaduras na massa de assentamento (que poderão permitir a infiltração de água) recomenda-se 

fazer o assentamento das cumeeiras e evitar andar sobre a cobertura ou próximo a elas, por um período 
mínimo de 3 dias, que é o tempo de cura da massa. Recomenda-se manter uma boa ventilação entre as telhas
 e o forro para que a circulação do ar forneça um ambiente saudável.
Para maior conservação do forro, aconselhamos impermeabilizar as telhas nas duas faces ou usar manta de 

alumínio ou similar.
Para promover maior padrão estético ao telhado recomendamos CAUTELA na colocação da massa e 

sugerimos que a mesma seja da cor da telha, Incrustações de impurezas como pó, fungos e outros, podem 
ser retardadas com a aplicação de impermeabilizante nas telhas. Lembramos, entretanto, que esta aplicação
 deve ter a orientação de um profissional da área. Essas ocorrências são bastante observadas em regiões de
 clima úmido e outro fator acelerador deste processo é a proximidade com a vegetação.
Caso as telhas forem pintadas com algum tipo de tinta, recomendamos também consultar um profissional

 habilitado, pois nem todas as tintas são recomendadas para uso em telhados.
Recomenda-se também que tenha uma sobra de telhas para uma futura manutenção, pois ao passar do tempo

 o mesmo fabricante tenha ao longo do tempo modificado o tamanho da mesma por mudança de matéria
 prima (barro), troca de forma, troca de maquinário e etc.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Aprovação de Projetos Arquitetônicos


Roteiro para aprovação de Projetos Arquitetônicos
1- Abertura de processo
Abrir processo solicitando Informações Básicas no Protocolo da Prefeitura.
Documentos: documento de propriedade do terreno e a taxa de expediente quitada.
Observação:
Informações Básicas – são expedidas após 20 (vinte) dias úteis  e nelas constam normas básicas da Lei de Uso e Ocupação do Município e todos os documentos que devem acompanhar o projeto arquitetônico (o projeto deve ser apresentado de acordo com as “Normas para aprovação de projetos arquitetônicos”- ver anexos).
2- Aprovação de projeto arquitetônico
Dentro do prazo de validade das Informações Básicas, o interessado deverá dirigir-se ao Departamento de Expansão Urbana e apresentar a seguinte documentação:
- 01 (um) jogo de cópias do projeto arquitetônico que serão anexadas no processo de Informações Básicas;
- demais documentos obrigatórios especificados para marcação de entrevista.
Observação: O encaminhamento para a quitação da taxa de exame (calculada de acordo com a área da construção) é feito pelo Departamento de Expansão Urbana.
Notas:
- Nos locais não servidos por rede de esgotamento sanitário é exigida também a apresentação de projeto de Fossa Séptica (a Prefeitura disponibiliza  um modelo padrão de fossa para uso residencial e, a opção por ele, deve ser feita no ato da marcação da entrevista). A taxa será cobrada juntamente com a taxa final de aprovação. Há também disponíveis no Protocolo da Prefeitura normas para elaboração de fossa para o uso residencial e também para pequenos comércios e serviços. As demais fossas deverão obedecer às normas estabelecidas pela ABNT.
- Antes da entrevista o processo passa por uma rotina de tramitação que inclui o Departamento de Fiscalização de Obras, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e, por último, o Departamento de Expansão Urbana, além de outros setores, quando necessário. Após avaliação do projeto, a entrevista é então realizada, quando são tiradas as possíveis dúvidas e esclarecidos erros encontrados. Poderá também ser solicitada ainda a anexação de outros documentos ou projetos julgados necessários à complementação do processo.
- Após a correção do projeto (quando for necessário), ele deve ser devolvido no prazo máximo estabelecido e é feita uma segunda análise. Após liberação, ele é encaminhado ao Departamento de Rendas Imobiliárias para emissão da guia relativa à taxa de aprovação de projetos, numeração para o imóvel e demais licenças, quando houver.
- Alvará de Licença para Construção: além da ART do Responsável Técnico pela Obra, deverá também ser apresentada a do cálculo estrutural, quando a edificação tiver três ou mais pavimentos ou, ainda, um tipo de estrutura que o exija.
Após quitação das taxas, o processo é devolvido ao Departamento de Expansão Urbana, que emitirá a documentação para aprovação do Secretário de Planejamento.

sábado, 14 de julho de 2012

TIPOS DE TELHAS


ESCOLHA SUA TELHA

No mercado existe uma série de alternativas. As telhas de barro cozido podem produzir cobertura do tipo marselha ou francesa, colonial, paulista, paulistinha ou plan. Já as de fibrocimento desenvolvem coberturas em placas onduladas, calheta ou canalete, meia-cana. As metálicas podem desenvolver em alumínio (marselha e ondulada), cobre - placas lisas - ferro em chapas dobradas e zinco em placas onduladas. Há coberturas em madeira, plástico ou PVC, em vidro que produz coberturas do tipo marselha e paulista, em concreto e, por último, em pedra natural como a ardósia.
Veja abaixo alguns tipos de telhas com as suas respectivas características e quantidades por metro quadrado:


TELHA PORTUGUESA: Especificações
 
Telha Portuguesa
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,5 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 30%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Esmaltada (21 cores), natural e branca.

TELHA ROMANA: Especificações
 
Telha Romana
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,4 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 26%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural e esmaltada em diversas cores

TELHA ROMANA PLAN: Especificações
 
Telha Romana plan
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 16 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,4 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 26%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural e esmaltada

TELHA AMERICANA: Especificações
 
Telha Americana
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 12 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 3,1 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 38%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Branca e malhada

TELHA AUSTRALIANA: Especificações
 
Telha Australiana
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 17 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,4 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 36%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural

TELHA FRANCESA: Especificações
 
Telha Francesa
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 17 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,4 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 36%
  • Inclinação acima de 80%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural

TELHA ITALIANA: Especificações
 
Telha Italiana
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 14 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 3,1 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 30%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor:

TELHA GERMÂNICA: Especificações
 
Telha Germanica
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 32 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 1,6 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 45%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural e esmaltada

TELHA URUGUAIA: Especificações
 
Telha Uruguaia
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 30 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 1,6 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 45%
  • Inclinação acima de 50%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor:

TELHA HOLANDESA: Especificações
 
Telha Holandesa
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: x telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: x Kg por peça
  • Inclinação Mínima: x%
  • Inclinação acima de x%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor:

TELHA PLAN: Especificações
 
Telha Plan
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 27 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 27%
  • Inclinação acima de 40%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural
    Colocação das telhas:
Montagem
OBS.: Nas telhas Plan, as extremidades dos canais não podem ficar juntas,
devem ficar a uma distância de aprox. 1" (uma polegada).

TELHA COLONIAL PAULISTA (c/ trava): Especificações
 
Telha Colonial paulista
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 22 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2,2 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 30%
  • Inclinação acima de 40%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural

TELHA COLONIAL PAULISTA (grande): Especificações
 
Telha Colonial paulista grande
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 17 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 3 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 25%
  • Inclinação acima de 40%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural

TELHA COLONIAL PAULISTA: Especificações
 
Telha Colonial
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 26 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 2 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 25%
  • Inclinação acima de 40%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Natural

TELHA TÉGULA: Especificações
 
Telha tégula
  • Material: Argamassa
  • Quantidade: 10,5 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 4,7 Kg por peça
  • Inclinação Mínima: 30%
  • Inclinação acima de 96%, recomendamos furação para fixação das telhas. Espaçamento entre ripas de 32cm.
  • Cor: Cinza pérola, cinza grafite, vermelho cerâmica, bege colonial, bege damasco e cristal.

TELHA CRAVILHADA: Especificações
 
Telha Cravilhada
  • Material: Estrutura em aço revestido em Zinc-Alum, base acrílica e cravilha.
  • Quantidade: 1,51 telhas por metro quadrado de telhado
  • Peso: 5,85 Kg por m2
  • Inclinação Mínima: 20%
  • Inclinação acima de 60%, recomendamos furação para fixação das telhas
  • Cor: Granilha nas cores terracota, bordô, verde e preto.

TELHA CUMEEIRA PAULISTA: Especificações
 
Telha Colonial Paulista p/ cumeeira
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 3 telhas por metro linear
  • Peso: 2,5 Kg por peça
  • Cor: Natural

TELHA CUMEEIRA: Especificações
 
Telha p/ cumeeira
  • Material: Cerâmica
  • Quantidade: 3 telhas por metro linear
  • Peso: 2,5 Kg por peça
  • Cor: Natural

Dicas sobre telhados:
  • Para calcular a inclinação, meça a extensão horizontal entre a parte mais alta do telhado e a extremidade da cobertura, incluindo os balanços; multiplique o valor por 0,35 e o resultado será a altura mínima da cumeeira, em relação ao ponto mais baixo do telhado. 35% significa que para cada metro na horizontal, o telhado deve subir 0,35m na vertical.
  • Ao calcular a altura, lembre-se de considerar a altura da caixa d'água, caso a mesma esteja sob o telhado: deixe ao menos 0,30 m no ponto mais próximo da tampa, para poder fazer a manutenção.
  • Em regiões úmidas e ou quentes, preveja a ventilação entre a laje ou forro e o telhado: além de melhorar o conforto térmico, evita a formação de fungos. Use uma tela para evitar a entrada de insetos e pequenos animais.
  • Em regiões muito frias, sujeito a neve e geadas, evite o uso de telhas vitrificadas, pois o revestimento tende a retalhar com o frio.
  • Evite usar telhas feitas com cerâmica branca, pois sua vida útil é menor do que as telhas feitas com cerâmica vermelha, as quais são um resultado de uma perfeita mistura de três argilas: uma forte, uma mais fraca e a terceira que tem função de dar liga.
  • É recomendável a impermeabilização das lajes, sob os telhados: protegida, essa impermeabilização durará mais tempo e é uma garantia contra vazamentos de caixas d'água, transbordo de calhas e eventuais tempestades que desloquem as telhas.
  • A qualidade do serviço de carpintaria é vital para um telhado: se não houver precisão nas medidas e ângulos, não há telha que possa arrumar.
  • A qualidade da madeira também é vital: madeira úmida ou verde tende a vergar demais sob o peso das telhas.
  • Nunca ande sobre o telhado: as telhas tem pouca resistência para isso, e com o tempo tendem a ficar quebradiças.
  • Compre sempre 10% de telhas a mais, deixando-as guardadas sobre a laje, para eventuais reposições: telhas da mesma fornada se encaixam melhor que as de fornadas diferentes.

CALCULO TELHADOS

Como Calcular a Inclinação de Telhado, Passo a Passo!

Amigos, calcular a inclinação de um telhado é simples, entretanto por envolver diferentes unidades de medida, pode gerar dúvidas ou fazer com que a pessoa que está calculando confunda-se no meio desse processo.
O objetivo de calcular a inclinação do telhado é para determinar qual será a altura da cumeeira, ou qual o comprimento do Pendural no caso de telhados de madeira.
Devemos primeiro compreender que: o que determina a inclinação do telhado é o tipo de telha que será utilizada. As telhas podem ser de cerâmica (barro), concreto, fibrocimento, vidro, metálicas, galvanizadas, ecológicas (fibras naturais ou materiais reciclados) e de policarbonato.
Macete 1: Assim, sempre que for construir um telhado, ou reformar um telhado que tenha a substituição das telhas, ou projetar um telhado e for especificar a inclinação, verifique as inclinações recomendadas pelo fabricante da telha.
A inclinação dos telhados é medida em porcentagem ou percentual. Estamos acostumados a ouvir: "O telhado tem inclinação de 10%" ou "O telhado tem inclinação de 30%". Mas o que significa isto?
10% é igual a 10/100, ou, 10 dividido por 100. Colocando-se a unidade centímetro (cm), temos:
10% = 10cm/100cm ou seja: a cada 100cm (1 metro) na horizontal, o telhado sobe 10cm na vertical, vejam a figura:
O mesmo raciocínio serve para o telhado com 30% de inclinação:
30% é igual a 30/100, ou, 30 dividido por 100. Colocando-se a unidade centímetro (cm), temos:
30% = 30cm/100cm ou seja: a cada 100cm (1 metro) na horizontal, o telhado sobe 30cm na vertical, vejam a figura:
Para finalizar esse assunto vamos fazer um exemplo:
Calcular a altura da cumeeira de um telhado duas águas com 8,0 metros de largura e inclinação de 30%, indicada pelo fabricante da telha.
Passo 1: Se o telhado terá 8,0m de largura e é duas águas, sua cumeeira estará no meio, a 4,0m da largura;
Passo 2: Se o telhado tem inclinação de 30% = 30/100 = 30cm de altura a cada 1,0m de largura, logo, a cada 4,0 de largura temos: 120cm nos 4,0m de largura.
Resposta: a cumeeira estará a uma altura de 120cm ou 1,20m. Clique na figura:


Como projetar rampas

Normas, cálculo, representação e dicas





Rampas, uma alternativa às escadas quando se quer vencer um desnível e ao mesmo tempo assegurar o acesso de quem tem dificuldades de locomoção. Apesar de aparentemente simples, elas freqüentemente acabam sendo um problema em nossos projetos, seja por dificuldade em calcular sua inclinação ou desconhecimento das normas de acessibilidade.
O fato é que, quanto maior a altura, menor tem de ser a inclinação para que alguém com dificuldades de locomoção possa subi-la, e por isso há a necessidade de muito espaço para implantação da mesma, o que nos leva a muitas rampas incorretas.
Por isso, vamos explicar aqui de maneira sucinta o que diz a norma NBR9050 sobre rampas, e como se faz o cálculo da inclinação.
Pra começo de conversa, como se indica a inclinação de uma rampa?
O valor da inclinação da rampa é nada mais, nada menos que a relação entre a altura e o comprimento da mesma em porcentagem.
Por exemplo: uma rampa com 8% de inclinação é aquela em que o valor da altura corresponde a 8% do valor do comprimento. Então, quando se tem um desnível de 16cm vencido com uma rampa de 2m de comprimento, tem-se uma rampa com 8%, já que 0,16 corresponde a 8% de 2.
Na verdade, o cálculo do comprimento da rampa é bastante simples:
Comprimento = (altura x 100) / inclinação
*altura em metros
Rampa do exemplo acima
Assim sendo, 0% é o chão plano, e 100% é a inclinação de uma rampa cujo comprimento é igual à medida da altura, ou simplesmente 45°.
Muito bem, mas como saber qual é a inclinação necessária para vencer o desnível do meu projeto? É aí que entra a norma NBR9050. Vejamos o que ela diz acerca da inclinação:
Como se pode notar, quanto maior for a altura que se quer vencer, mais suave tem de ser a rampa para que portadores de necessidades especiais possam acessá-la.
No caso de uma reforma que se proponha a adicionar uma rampa a uma construção já pronta, são aceitas inclinações superiores a 8,33%. Nesses casos, admite-se até 10% para rampas com até 80cm de altura e até 12,5% para rampas com até 20cm de altura. Contudo, a inclinação máxima de projeto deve seguir a tabela acima.
Vejamos então alguns exemplos práticos de como se calcula o comprimento de rampas para determinados desníveis:
Para uma altura de 1,20m, inclinação de 5%.
C=(1,2×100)/5 = 24m
Para uma altura de 70cm, inclinação de 8,33%
C=(0,7×100)/8,33 = 8,4m
Para uma altura de 8cm, inclinação de 8,33%
C=(0,08×100)/8,33 = 0,96m
Quando não se tem muito espaço para fazer uma rampa contínua, é possível trabalhar com segmentos, sempre colocando patamares entre eles. Assim, cada segmento vence um desnível menor do que o desnível total a ser vencido, e por isso pode ter uma inclinação um pouco maior, ocupando menos espaço, como no exemplo abaixo.
Rampa com 1m de altura e inclinação de 6,25%, resultando num comprimento de 16m.
Nesse caso, o desnível a ser vencido é o mesmo, 1m, mas temos duas rampas com 0,5m de altura cada. Desse modo, cada uma possui 8,33% de inclinação conforme a norma. Assim, cada segmento passa a possuir aproximadamente 6m de comprimento. Os dois segmentos somados ao comprimento do patamar intermediário (no caso 1,2m) resultam numa rampa com 13,2m de comprimento, 2,8m a menos que no caso anterior.
Trabalhar com segmentos também permite desenhos com rampas fazendo curvas, o que pode ajudar ainda mais a resolver os problemas com espaço, como nos exemplos abaixo.
Aqui tem-se o mesmo desnível, 1m, sendo vencido com três segmentos vencendo alturas diferentes (0,4m; depois 0,2m; e enfim 0,4m).
Dois segmentos com 0,5m de altura cada. É possível, conforme a necessidade de espaço, dividir em mais segmentos. Cada projeto possui suas exigências.
No caso de rampas fazendo curvas em arco, é necessário observar que se deve trabalhar com um raio de no mínimo 3m na sua parte interna.
Observação: caso não haja espaço para colocação de uma rampa de jeito nenhum, é mais aconselhável instalar uma plataforma elevatória junto à escada do que fazer uma rampa fora da norma, que acaba sendo às vezes tão intransponível como uma escada para alguém em cadeira de rodas!
Imagem obtida no site da Associação dos Portadores de Necessidades Especiais de Nova Odessa (APNEN).
( http://apnendenovaodessa.blogspot.com/ )
A norma, contudo, não se refere somente à inclinação da rampa. Há outros pontos importantes a serem considerados:
- Quando o desnível a ser vencido for maior do que 1,50m, é obrigatório que haja dois ou mais segmentos de rampa.
- A largura tem de ser de no mínimo 1,20m. Para permitir a passagem de duas pessoas em cadeiras de rodas ao mesmo tempo, recomenda-se no mínimo 1,50m.
- O piso deve ser antiderrapante.
- Patamares no início e fim de cada segmento são obrigatórios.
- A rampa deve possuir corrimão duplo.
A norma não estabelece que a rampa deva ser coberta, mas é sempre recomendável, pois em caso de chuva ela pode se tornar escorregadia, mesmo com o piso antiderrapante.
Chegamos, enfim, à representação gráfica das rampas nos projetos.
Em planta baixa, representa-se a inclinação sempre com uma flecha cujas extremidades são o início e o fim da rampa. Em geral, usa-se a flecha apontando no sentido da subida, mas é possível fazer de maneira contrária também, contanto que esteja explicado em uma legenda. Ao lado da flecha põe-se a porcentagem indicando a inclinação. A seguir um exemplo de rampa representada em planta-baixa e em vista lateral (NBR 9050 – ABNT):
i = inclinação; c = comprimento; h = altura.
Esse tutorial é apenas um apanhado bem básico das normas para a elaboração de rampas e das possibilidades para resolver o principal problema encontrado por projetistas ao trabalhar com elas: o espaço ocupado. Sabendo-se disso tudo, há uma grande variedade de possibilidades conforme os requisitos de cada projeto.
Para mais detalhes e informações aí vai o link com a norma NBR 9050 na íntegra.
http://portal.mj.gov.br/corde/arquivos/ABNT/NBR9050-31052004.pdf

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

sábado, 3 de setembro de 2011

CONSTRUÇÃO CIVIL

REPORTAGEM: "ESTA FALTANDO MÃO DE OBRA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL"


sábado, 13 de agosto de 2011

Especialistas destacam importância de certificações para melhorar o desempenho ambiental dos edifícios

Com investimento pequeno, Tecnisa adapta empreendimento de acordo com os critérios do Procel Edifica e gera economia nos gastos com energia elétrica e água


Ana Paula Rocha


Especialistas destacaram a importância do uso de certificações e etiquetagens para melhorar o desempenho dos edifícios durante o seminário Avaliação Ambiental de Edifícios, realizado pela Comissão do Meio Ambiente (CMA) no dia 11 de agosto, em São Paulo. O evento fez parte da programação do 83° Encontro Nacional da Indústria de Construção.
"Os sistemas de classificação, certificação e etiquetagem estão se tornando ferramentas muito importantes para o setor da construção e estão se aproximando cada vez mais da direção que é dada pelas políticas públicas", afirma Vanessa Gomes, professora doutora da Unicamp. Para ela, com essas metodologias de avaliação, é possível posicionar o projeto em relação a níveis de referência e a verificar o que pode ser melhorado.
Apesar dos avanços obtidos, na visão da professora ainda é necessário desenvolver dois pontos nesses sistemas: o desempenho relativo a edifícios similares na região, possibilitando avaliar a eficiência do novo projeto em relação à prática antiga, e a criação de resultados absolutos, para comparar o edifício internacionalmente. "O sonho dos profissionais de projeto é entender quais são os requisitos de desempenho que devem ser atingidos segundo regra nacional e uma regra aplicada aos diferentes países", acredita.
Para Jean Benevides, Gerente Nacional de Meio Ambiente da Caixa Econômica Federal, a adoção desses sistemas de certificação no Brasil beneficiam principalmente o cliente. "Instrumentos como o Selo Azul da Caixa e o Procel Edifica são simples e eficazes para atestar a qualidade e diferenciais de sustentabilidade em empreendimentos para o cliente, que pode avaliar melhor o produto", disse.
Case Tecnisa
Para testar o nível de desempenho energético em suas edificações e a viabilidade do uso do Procel, a Tecnisa, por meio do Labee (Laboratório de Eficiência Energética em Edificações), avaliou cinco projetos de empreendimentos de acordo com os critérios da etiqueta. Na linha econômica, destinada a famílias na faixa de dez salários mínimos do programa Minha Casa, Minha Vida, os projetos alcançaram apenas o nível D da etiquetagem, principalmente porque tinham aquecimento de água com chuveiro elétrico e não possuíam medição individualizada de água e isolamento térmico de cobertura.
"Fizemos então um levantamento para ver quanto custaria elevar o desempenho energético de um empreendimento popular em Guarulhos, em São Paulo, conforme o Procel Edifica. No aquecimento de água, decidimos adotar aquecedores a gás nível A no Procel. Investimos também na medição individualizada e em uma subcobertura de alumínio para diminuir a transmitância da envoltória", explica Mauricio Bernardes, gerente de desenvolvimento tecnológico da construtora. O investimento nas mudanças, de acordo com o engenheiro, representou 1,3% do custo total da obra e, com elas, a edificação passou para o nível B.
Segundo a Tecnisa, o nível A não foi alcançado devido às restrições na iluminação e ventilação naturais. "A tipologia que é hoje empregada com janela três folhas teria que ser alterada para uma janela integrada com persiana e duas folhas de vidro e os vão teriam que aumentar para 1,80 m por 1,40 m, sendo necessário também reforçar alguns pontos da alvenaria, o que encareceria demais a obra, não se tornando viável nesse empreendimento", afirma.
A construtora ainda fez uma pesquisa qualitativa, não científica, para saber a visão do cliente sobre as mudanças feitas no empreendimento para alcançar a etiqueta. Dos compradores, 40% conheciam o que era o Procel no momento da aquisição do apartamento. Desse percentual, 62% se disseram influenciados positivamente na hora da compra e 65% disseram que aceitariam pagar até 5% a mais em um produto que possibilitasse a economia de gás e água. A estimativa da empresa é de que o retorno do investimento com as melhorias seja compensado em três anos e meio com a economia propiciada.
By André gomes.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Homicídio culposo - Engenheiros e mestre de obra serão indiciados por acidente em Brasília

O delegado-chefe da 2ª Delegacia de Polícia (Asa Norte), Marcelo de Paula Araújo, informou que quatro pessoas serão indiciadas pela morte de três operários em um acidente no canteiro de obras do Hospital Universitário de Brasília (HUB).
Os engenheiros Melchiades Joaquim Oliveira Diniz, Jader Rafael Szervinks e Danilo Almeida Borges Milhomens, além do mestre de obras Raimundo da Silva, vão responder pelo crime de homicídio culposo com aumento de pena em razão da inobservância de regras técnicas de segurança.
A pena prevista para o crime varia de um a três anos de detenção, mas pode aumentar em um terço por conta da agravante. A conclusão preliminar do Instituto de Criminalística do Distrito Federal é de que as condições de trabalho no local não eram seguras, uma vez que não foi observada a situação de estabilidade das paredes de escoramento.
De acordo com o delegado, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) prevê a garantia da estabilidade das paredes de escoramento em todas as fases da obra, mas a maioria das 29 testemunhas ouvidas até o momento relatou falta de segurança no canteiro. O inquérito deverá ser concluído em 30 dias.
Os três operários morreram após um deslizamento de terra em uma obra de ampliação do HUB, no campus da Universidade de Brasília (UnB). Os corpos do carpinteiro Raimundo José da Silva, do pedreiro Lorival Leite de Moraes e do servente Nelson Holanda da Silva foram encontrados sob uma camada de seis metros de terra.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Textura com Grafiato Rústico

Aplicação: Para decoração de ambientes.
Técnica: Acabamento Riscado
Lista de Materiais
- Rolo Espuma ou Lã de carneiro
- Seladora Primer Fundo
- Desempenadeira de Aço Lisa e Desempenadeira PVC para Grafiato
- Bandejas para diluição dos produtos
- Pano limpo e Lixas.
Preparação da Superfície (Parede):
- Limpe previamente a superfície lixando com lixa ferro 100 a 180,
- Elimine as partes soltas, cascas de tintas velhas etc
- Tire as manchas gordurosas (lavando com água e sabão ou detergente),
- Retire o mofo (limpe com solução de 1:1 de água sanitária e água).
- Molhe constantemente com a solução por um período de 6 horas, e enxagüe bem com água limpa
- Limpe bem a poeira e deixe secar bem. Dilua a Seladora em 5 a 15% de água, a diluição dependerá da situação da parede, quanto mais rústica menor a diluição.
Com o auxílio do rolo lã de carneiro ou espuma, aplique a Seladora através de movimentos verticais, comece no canto da parede, do teto para baixo.
Após um período de 2 a 8 horas (tempo de cura), verifique se a superfície está plenamente seca, só comece a aplicação do revestimento após sua efetiva secagem.
A Seladora prepara a parede, remove impurezas e facilita o manuseio da ferramenta para aplicar a Textura ou Grafiato.

Como fazer a Textura:

1. Após ter preparado a parede, aplique uma demão da Seladora com o rolo de Espuma ou Lã
Aguarde de 2 a 8 horas seu tempo de secagem para dar início a aplicação do Revestimento Grafiato. 

 2. Com a desempenadeira de aço lisa, aplique uma faixa na vertical,
Trabalhe sempre o m2 para evitar que a massa seque antes de criar o efeito.
Desempene a massa afim de que os grãos minerais estejam aparecendo sobre a superfície.
Obs: Procure nivelar a superfície de forma a distribuir a massa por igual.
  3. Deslize a desempenadeira de PVC com movimentos de cima para baixo, criando o efeito riscado.
Nota: Quanto mais executar o movimento, mais riscos terá sobre a superfície.
Lembrete: Sempre trabalhe um m2 de cada vez..
 4. Repita a ação até concluir a parede.
Veja como ficou.
Fonte: Textura & Cia 

 Precisando de projetos Arquitetônicos, Design de Interiores e Engenharia entrem em contato :
http://ags-design.blogspot.com/
André Gomes (Desenhista Projetista) AGS-Design Planejamentos & Projetos.

terça-feira, 12 de julho de 2011

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Iluminação natural, o seu escritório precisa!

Muitas doenças têm surgido nestes tempos modernos relacionados ao ambiente de trabalho e que prejudicam a produtividade e o bem estar dos trabalhadores. Alguns estudos comprovaram que o ser humano reage favoravelmente a estímulos naturais proporcionando uma sensação de bem estar.

De acordo com o estudo, a luz natural regula o sono e o apetite entre outras funções básicas. Este uso melhora em até 40% a desempenho e o bem estar dos ocupantes. O Brasil tem um alto índice de luz natural durante todo o ano, infelizmente não é bem utilizada, por este motivo, conheça alguns benefícios da iluminação natural eficiente e coloque em prática no seu escritório: 


- Conforto visual por transmitir 100% de cor.

- Conforto térmico, pela pontualidade solar

- Integração com o sistema elétrico, proporcionando uma economia no gasto de energia, que está ligado diretamente ao custo fixo do prédio.

- Melhor desempenho no uso do ar condicionado, proporcionando uma maior economia.

- Possibilidade de desligamento da iluminação elétrica durante 12hrs no horário de verão.

A iluminação natural é extremamente viável e deve fazer parte da concepção e idéias do projeto de sua empresa ou escritório. Além de um maior conforto térmico e de gerar bem estar nos trabalhadores, à iluminação natural gera uma grande economia no custo e gera sustentabilidade!



Fonte:blog.giacomelli.com.br



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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Construção civil tem 224 atividades com potencial para a Copa

Mapa de Oportunidades foi apresentado para empreendedores do setor no hotel Othon Palace, em Salvador

Da Agência Sebrae de Notícias
O empresário Fábio Souza, da Planna Engenharia, está há oito anos no ramo de elaboração de projetos. Ele constata que, para as micro e pequenas empresas (MPEs), as oportunidades são mais reduzidas dentro de um setor dominado por grandes companhias, como é o caso da construção civil. Por isso, a partir do estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), encomendado pelo Sebrae Nacional, Souza acredita que surgirão boas oportunidades para se desenvolver no mercado, por meio da Copa do Mundo de 2014. O empresário foi um dos que participaram de um encontro setorial para a apresentação do Mapa de Oportunidades para a Copa de 2014, que reuniu empreendedores da construção civil.

A empresa de Souza está há um ano inserida no projeto de Construção Civil do Sebrae Bahia. Ele acredita que, quanto mais novo for o negócio, menos oportunidades surgem. “É muito difícil. Quando apresentamos propostas, é exigido tempo de experiência de uma empresa com anos de mercado”, afirmou. “Acho que esse mapeamento vai me ajudar a ampliar a visão. Posso encontrar aqui um novo caminho, não vislumbrado antes”, complementou o empresário.

No setor de construção civil, que está aquecido na Bahia, foram identificadas 224 atividades com potenciais oportunidades de negócios para a Copa de 2014. O diagnóstico apresentado pelas pesquisadoras da FGV mostrou ainda os requisitos de contratação, que podem se consolidar em uma dificuldade para algumas MPEs, a exemplo das documentações gerais e específicas do setor, além de questões relativas à gestão.

Para Carlos Vieira Lima, presidente do Sinduscon Bahia (Sindicato da Indústria da Construção), a iniciativa do Sebrae, em parceria com a FGV, é de extrema importância e tende a organizar demandas e oportunidades para as MPEs. “É uma ação positiva e o Sinduscon dará todo o apoio necessário. A expectativa é que essas oportunidades de negócios, vindas com a Copa, aqueçam ainda mais o nosso mercado”, pontuou Carlos.

Mapa de oportunidades
O estudo da FGV, encomendado pelo Sebrae Nacional, identifica nove setores potenciais geradores de negócios com vistas à Copa do Mundo de 2014. São eles: confecções, tecnologia da informação, construção civil, turismo, artesanato, cultura, agronegócio, comércio e serviços, além de madeira e móveis.O plano de ação do Sebrae, dentro desse projeto, é focar no legado que um evento da magnitude de uma Copa do Mundo pode deixar, fornecendo a qualificação necessária no campo de gestão, viabilizando a geração de novos negócios.